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Investimento bilionário! TIM planeja levar 4G para 96% da população dentro de dois anos

Investimento bilionário! TIM planeja levar 4G para 96% da população dentro de dois anos

A TIM Brasil revelou esta semana o seu plano para os anos de 2018 a 2020, onde revela que espera um crescimento para este ano, uma “evolução da transformação” para os próximos dois anos com ajuda da banda larga e ainda um investimento de R$ 12 bilhões até 2020.

Um dos maiores focos da tele é inaugurar a rede 4G LTE em pelo menos 4,2 mil cidades brasileiras até o fim dessa projeção: o ano de 2020. Utilizando o espectro de 700 MHz, o sinal está presente em mais de 3.000 cidades do país, e com a nova estimativa a TIM deve cobrir um total de 96% da população urbana do Brasil.

O aumento na disponibilidade da rede 4G também resultará em um aumento de receita para a operadora, que a TIM prevê ser entre 5% e 7% já em 2018.

Ainda ontem a TIM anunciou a expansão da cobertura de internet banda larga com ajuda da rede 4G, com ofertas de até 80 GB.

A tele também indica que o aumento de planos pós-pago deverá sair de 30% registrado em 2017 para 50% até o ano de 2020, a ideia é ganhar os consumidores com pacotes de dados mais abrangentes e parcerias com OTT (empresas prestadoras de serviço de streaming como Netflix, Spotify etc).

Já em relação aos planos pré-pagos a operadora planeja ofertas mais “simples e segmentadas” para cada tipo de usuário e sua necessidade. E falando dos planos controle, a TIM pretende oferecer “mais por mais”, onde você quanto mais caro o plano, mais opções, disponibilidade e diferenciais você possui.

Infelizmente o documento não revelou se a TIM planeja trazer a rede 5G ao Brasil até o ano de 2020, sendo que muitas outras companhias de telecomunicações ao redor do mundo já estão focando em lançar a evolução (e revolução), já no ano que vem, em 2019.

Operadoras Claro, Oi, Vivo e Tim farão um plano de ação para diminuir o número de reclamações

Operadoras Claro, Oi, Vivo e Tim farão um plano de ação para diminuir o número de reclamações

No Brasil, o ano de 2017 foi considerado difícil para o setor de serviços de valor adicionado, o SVA. Uma grande quantidade de reclamações sobre cobranças indevidas registradas na Anatel fizeram com que a agência reguladora ameaçasse a proibição a venda de SVAs.

Nesse contexto, operadoras e provedores de conteúdo se mobilizaram e adotaram uma série de medidas ao longo do ano que surtiram efeito, reduzindo o volume de queixas. Sobre isso, a superintendente de relações com os consumidores da Anatel, Elisa Leonel, deu uma entrevista ao canal Mobile Time explicando que, por ora, não há possibilidade de proibição da venda de SVAs. Por outro lado, algumas medidas ainda precisam ser tomadas em um plano de ação com cada uma das operadoras móveis do país.

Sobre os problemas a serem resolvidos, ela diz:

No caso de serviços já contratados, vimos a ausência para o consumidor de informações sobre o que contratou. Faz parte do nosso acordo com as prestadoras que elas desenvolvam um extrato de lançamentos futuros, para que haja gestão da cobrança desses débitos. Também exigimos do plano de ação uma revalidação da base dos SVAs mais problemáticos e com maior volume de reclamações. Além disso, haverá medidas mais pontuais de transparência e clareza da oferta: a mensagem de opt-in, a forma como é ofertado o SVA, isso tudo é tratado nesse plano de ação. Embora o plano não esteja assinado ainda, as prestadoras começaram a desenvolver as estratégias e os resultados estão aparecendo. Mas claro que esperamos que o volume de reclamações caia muito mais do que já caiu.

Leonel também considera que os resultados das medidas tomadas pelas teles ainda são baixos, e que o número de reclamações precisam ser ainda mais reduzidas. Por outro lado, Leonel considera que há uma mudança de cultura e de postura em curso, e que há uma preocupação das empresas de telecom e de seus parceiros de SVAs em garantir uma seriedade e diligência maior, o que é bom para todos.

Conversei muito com as empresas de SVAs e com pessoas de outros mercados mais maduros. O amadurecimento do mercado de SVA depende da mudança positiva de comportamento que mencionamos. Não tem como acreditarmos que o modelo vai sobreviver às custas da fragilidade ou da falta de controle que vinha acontecendo no caso brasileiro.

Ela também afirma que a Anatel não deve fazer uma intervenção no mercado de SVA caso as coisas continuem como estão, voltando a atuar apenas se houver algum problema que necessite a intervenção e proibição de cobrança. Segundo ela, este “não é o caso no momento”.

Entra as medidas que serão adotadas este ano estão um sistema de gestão, extrato de lançamentos futuros, revalidação de base dos SVAs com mais reclamações, transparência na oferta, entre outras.

Chance de fusão entre Oi e Tim sobe a 50%

Chance de fusão entre Oi e Tim sobe a 50%

Para liderar esta nova empreitada, é esperado que Amos Genish, atual CEO da Tim global, poderia voltar ao Brasil

Com o avanço do plano de recuperação judicial da Oi (OIBR3) e os últimos capítulos do pagamento dos milhares de credores, as chances de uma fusão com a Tim (TIMP3) subiram para 50% nos próximos 12 meses, avalia a equipe de análise do Bradesco em um relatório enviado a clientes nesta terça-feira (27).

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Segundo os cálculos de Fred Mendes e Flávia Meireles, os ganhos de sinergia poderiam ultrapassar os R$ 25 bilhões. Uma nova empresa ficaria com 76%, ou mais, para os atuais acionistas da Tim e o controle nas mãos da Telecom Italia.

“Além disso, a situação financeira da Oi continua sendo uma preocupação, exigindo mais caixa do que o aumento de capital de R$ 4 bilhões. Nesse sentido, a Tim seria um negociador mais forte, garantindo uma avaliação muito melhor para as suas operações”, explicam.

O Bradesco estima que esta nova empresa teria uma participação de mercado de 30% na receita e Ebitda no mercado de telecomunicações brasileiro, similar ao da Vivo e Claro. Para liderar esta nova empreitada, é esperado que Amos Genish, atual CEO da Tim global, poderia voltar ao Brasil. Ele foi fundador da GVT e presidente da Telefônica Brasil.

O interesse de empresas chinesas pela Oi também teria ido para o vinagre. “Descobrimos que as negociações entre a Oi e a China Telecom e a China Mobile estão em modo de espera desde dezembro, já que as empresas chinesas fizeram várias exigências antes de investir na Oi, que de alguma maneira eram irrealistas”, pontuam Mendes e Meireles.

Memorando

A Oi e a Tim anunciaram hoje uma “importante etapa” que busca equacionar suas respectivas controvérsias e iniciaar um novo ciclo de planejamento de compartilhamento de infraestrutura, na mesma linha de parcerias que já são praticadas atualmente no mercado de telecomunicação brasileiro, mostra um comunicado enviado ao mercado.

O memorando de entendimento, segundo a nota, foi definido pelos Diretores Presidentes da Oi, Eurico Teles e da TIM, Stefano De Angelis, durante o Mobile World Congress, principal evento mundial do setor de telecomunicações, realizado anualmente em Barcelona.

“A iniciativa fortalece um ambiente propositivo e de colaboração industrial dentro de um contexto de concorrência saudável para o setor de telecomunicações. A Companhia manterá seus acionistas e o mercado informados a respeito de qualquer andamento relevante sobre o tema objeto deste Comunicado”, destacam as duas empresas.

Plano de recuperação judicial da Oi é homologado

Plano de recuperação judicial da Oi é homologado

Oi - Bloomberg

O Plano de Recuperação Judicial da empresa de telefonia Oi (OIBR3;OIBR4), que tem uma dívida total de R$ 64 bilhões com 55 mil credores entre pessoas físicas e jurídicas, foi concedido hoje (8) pelo juiz da 7ª Vara Empresarial do Rio, Fernando Viana.

A proposta foi aprovada em assembleia geral de credores no dia 19 de dezembro. Com a homologação pela Justiça, mais 30 mil credores que têm saldo residual receberão em até 10 dias. Os credores trabalhistas começarão a receber em até 180 dias.

Segundo nota divulgada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), o juiz considerou a recuperação do grupo importante no atual contexto econômico do país. “A presente recuperação traz números nunca antes vistos em um processo de recuperação judicial. Não custa lembrar que o Grupo Oi é um dos maiores conglomerados empresariais do Brasil, com forte impacto na economia brasileira e recolhedor de valores bilionários aos cofres públicos a título de impostos.”

Na decisão, Viana ressalta que o grupo tem mais de 70 milhões de usuários, gera mais de 140 mil empregos e “é responsável por sistema de telecomunicações que viabiliza atividades fundamentais ao país, como as eleições”. Vana destaca ainda que cerca de 3 mil municípios dependem exclusivamente de rede de telefonia da Oi.

De acordo com o TJRJ , com a aprovação pela Justiça, cabe agora ao presidente do Conselho de Administração da empresa “dar imediato e efetivo cumprimento ao plano homologado” e assegurar “as condições provisórias de governança corporativa e conversão de dívida em ações”. Procurada pela reportagem, a Oi informou apenas que a confirmação da homologação seria feita pela justiça.

Conforme o que foi divulgado pela empresa quando o plano foi aprovado, o processo “viabiliza um fluxo de caixa adequado para a Oi, permitindo os pagamentos da dívida remanescente e assegurando um novo patamar de investimentos”.

A expectativa é que a companhia aumente o investimento de uma média anual de R$ 5 bilhões para R$ 7 bilhões no próximo triênio. “O plano prevê que os recursos adicionais para investimentos virão de capitalização de R$ 4 bilhões de recursos novos e R$ 2,5 bilhões de recursos adicionais que podem ser buscados no mercado de capitais”, informou a empresa.

TIM lança VoLTE em São Paulo e Rio de Janeiro

TIM lança VoLTE em São Paulo e Rio de Janeiro

Depois de lançar a tecnologia que permite chamadas telefônicas pelo 4G em algumas cidades onde já opera com a frequência de 700 MHz, a TIM liberou o VoLTE nas duas maiores cidades do país. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, usuários de planos pós-pagos estão começando a receber ligações por meio da nova tecnologia.

O VoLTE, como já explicamos, funciona tecnicamente como uma ligação VoIP, trafegando voz pelo 4G. A cobrança é feita como em uma ligação comum, descontando do pacote de minutos. Quando ativado, o VoLTE elimina a necessidade da operadora derrubar sua conexão para 2G ou 3G quando você recebe uma chamada. Além disso, a qualidade de áudio é melhor e a ligação é completada mais rapidamente.

São Paulo e Rio de Janeiro são casos específicos porque ainda não possuem 4G de 700 MHz. O sinal de TV analógica já foi desativado na primeira e está previsto para acabar em 25 de outubro na capital fluminense, mas a frequência não será liberada antes de 2018. E, como estamos falando de uma tecnologia de voz, é importante que a cobertura seja contínua e a penetração de sinal seja boa — o que os 700 MHz permitem.

Ainda assim, a operadora afirmou ao Teletime que liberou o VoLTE nessas cidades mesmo sem o 4G de 700 MHz porque realizou um projeto chamado full layer, que habilitou a frequência de 1.800 MHz em toda a rede — em adição à faixa de 2.600 MHz, que tem penetração de sinal menor e exige mais antenas para cobrir a mesma área.

Tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, clientes pós-pagos da TIM deverão receber o VoLTE até o final do mês. Os usuários pré-pagos terão a tecnologia ativada automaticamente em suas linhas a partir de outubro.

Claro libera tecnologia 4.5G em mais de 140 cidades brasileiras

Claro libera tecnologia 4.5G em mais de 140 cidades brasileiras

Tecnologia já está disponível nas principais cidades e capitais do país, incluindo São Paulo e Rio. Velocidade média de navegação é até 10 vezes superior ao 4G

A Claro anunciou nesta quinta-feira (18) a chegada da tecnologia 4.5G nas principais cidades e regiões metropolitanas do país. Desenhada para ampliar a capacidade de transmissão de dados e de internet nas redes móveis, a nova tecnologia possibilita velocidades médias de navegação de até 10 vezes maiores do que o 4G convencional.

“Durante o ano passado modernizamos mais da metade das torres de transmissão da Claro em todo o Brasil, incluindo a implantação de 2 mil sites novos. Vamos continuar investindo para melhorar ainda mais a cobertura e a qualidade de sinal da nossa rede, sempre usando tecnologia de ponta”, afirmou Paulo Cesar Teixeira, CEO da Claro, por meio de comunicado à imprensa.

Os aparelhos mais avançados em comercialização no Brasil já suportam as novas funcionalidades do 4.5G. Alguns modelos suportam parcialmente, mas já garantem performance superior nas novas redes.

Entretanto, vale ressaltar que a  evolução da rede para o 4.5G melhora o serviço para todos os clientes com tecnologia LTE (4G em diante), independente da aquisição de aparelhos de última geração.

“Os clientes que não tiverem esses modelos também podem ficar tranquilos. O investimento e a modernização da rede móvel permite que todos os usuários consigam melhor qualidade de sinal e performance para navegar em velocidades superiores. A medida que a penetração dos modelos que suportam o 4.5G vai aumentando, estes dispositivos passam a usar as novas funcionalidades e liberam recursos de rede também para os terminais que não suportam. Quem tiver um smartphone compatível com o 4.5G vai experimentar todo o potencial da nova tecnologia. Quem não tiver, também vai usufruir de um serviço melhor”, explica o executivo.

 

TIM consolida a liderança com maior cobertura 4G do Brasil

TIM consolida a liderança com maior cobertura 4G do Brasil

Após conquistar a liderança na prestação de serviços 4G em número de municípios cobertos, operadora consolida posição atendendo o maior percentual da população do País A TIM se tornou a operadora líder em população coberta pela tecnologia 4G no Brasil, alcançando 59% de toda a população urbana do país. Com essa expansão, mais de 100 milhões de habitantes de 411 cidades brasileiras passam a contar com a cobertura de internet móvel de quarta geração da operadora. Em setembro deste ano, a companhia já tinha atingido a liderança em número total de cidades cobertas. “Nós cumprimos nossa meta, que era mais do que dobrar a população coberta e saltar de 45 para mais de 400 cidades atendidas em apenas um ano. Esse crescimento se deve à estratégia da TIM de levar a melhor experiência no uso de dados para seus clientes suportado pelo plano de crescimento da rede de fibras óticas, que hoje conecta mais de 65% das estações 4G (FTTS – Fiber To The Site]. Em 2016, iremos acelerar o ritmo dessa expansão e alcançar mais de 1.000 cidades com a rede 4G, além de manter nossos investimentos em inovação para pavimentar o caminho do 5G no Brasil”, explica Leonardo Capdeville, CTO da TIM Brasil.

Novembro 2016 – 1.000 cidades com a rede 4G

TIM, Oi e Accenture ganham prêmio global por projeto de compartilhamento de redes

TIM, Oi e Accenture ganham prêmio global por projeto de compartilhamento de redes

Global Mobile Awards 2016 reconheceu pioneirismo de rede compartilhada responsável por prover banda larga a mais de 82 milhões de pessoas no Brasil.
TIM, Oi e Accenture são as vencedoras do Global Mobile Awards (“Glomo”) na categoria Best Mobile Technology – Broadband for all: Outstanding LTE contribution. O prêmio, entregue no Mobile World Congress, em Barcelona, no dia 23 de fevereiro, reconheceu o primeiro projeto de compartilhamento de rede na oferta de serviço banda larga em 4G do Brasil, considerado um dos maiores desse tipo no mundo e responsável por levar internet móvel de quarta geração a mais de 82 milhões de cidadãos.
“A iniciativa é essencial para o desenvolvimento das telecomunicações no país. O compartilhamento de infraestrutura promove maior eficiência no uso da radiofrequência, reduz impactos urbanos e consumo de energia. A construção conjunta aumenta a velocidade de implantação das redes e promove economia de recursos financeiros, que podem ser revertidos para outros projetos, mostrando que a economia do compartilhamento também funciona no setor de infraestrutura”, Rodrigo Abreu, presidente TIM Brasil.

Portabilidade numérica: telefonia móvel responde por 62% dos pedidos de troca

Portabilidade numérica: telefonia móvel responde por 62% dos pedidos de troca

Convergência Digital* … 07/01/2016 … Convergência Digital

Mais de 30 milhões de trocas de operadoras de telefonia móvel e fixa foram realizadas no Brasil, desde setembro de 2008, quando a portabilidade numérica foi implementada. Segundo o relatório divulgado pela ABR Telecom (Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações), Entidade Administradora do serviço no País, o registro é de que 30,4 milhões de migrações foram efetivadas em pouco mais de sete anos. As solicitações de transferência de operadora com manutenção do número do telefone em 11,55 milhões (38%) das vezes foram originadas por usuários de aparelhos fixos e em 18,84 milhões (62%) de telefones móveis.

O relatório da ABR Telecom mostra ainda que, no quarto trimestre do ano 2015 (outubro a dezembro) foram efetivadas 1,1 milhão de migrações entre prestadores de serviços telefônicos. As solicitações de usuários de telefones fixos, nessas transferências, respondem por 352,45 mil migrações (32%) e as demandas realizadas no serviço móvel por 748,74 mil (68%).

Na apuração do movimento anual, o relatório da ABR Telecom informa que entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2015, mais de quatro milhões de trocas de operadoras de telefonia fixa e móvel, sem alteração do número, foram realizadas no Brasil. Entre essas transferências, os assinantes de telefonia fixa demandaram 1,5 milhão (36%) das migrações, no decorrer do último ano, e os usuários de telefones móveis, 2,63 milhões (64%).
Para efetivar a portabilidade numérica

O usuário de serviço telefônico que deseja realizar a portabilidade numérica deve procurar a operadora para onde ele quer migrar e fazer a solicitação. O regulamento da portabilidade numérica determina que, entre os critérios a ser atendidos para efetivar a migração, o solicitante deve

– Informar a operadora de telefonia que recebe o pedido, o nome completo

– Comprovar a titularidade da linha telefônica

– Informar o número do documento de identidade

– Informar o número do registro no cadastro do Ministério da Fazenda, no caso de pessoa jurídica

– Informar o endereço completo do assinante do serviço

– Informar o código de acesso

– Informar o nome da operadora de onde está saindo.

A operadora para a qual o usuário deseja migrar fornecerá um número de protocolo da solicitação a fim de que ele possa acompanhar o processo de transferência. No Brasil, o modelo de portabilidade numérica determina que migrações devem ser solicitadas dentro do mesmo serviço, de móvel para móvel ou fixo para fixo, e na área de abrangência do mesmo DDD. O tempo de transferência para efetivação da portabilidade numérica é de três dias úteis ou após esta data, se o usuário desejar agendar.

Anatel prevê compartilhamento de infraestrutura e de espectro em 2016

Anatel prevê compartilhamento de infraestrutura e de espectro em 2016

Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos … 19/11/2015 … Convergência Digital

Ao participar do VIII Seminário da TelComp, realizado no dia 16/11, em São Paulo, o presidente da Anatel, João Rezende, falou sobre a agenda regulatória da entidade para 2016. E há muitos assuntos pertinentes ao setor em debate, entre eles, uma regulamentação de compartilhamento de infraestrutura, incluindo espectro. De acordo com João Rezende, a ideia é ver como a prática pode trazer uma redução de custos de investimentos na empresa.

“Vamos fazer um regulamento específico para compartilhamento. Sempre fui favorável, as empresas poderiam amadurecer mais, porque você faz competição no varejo, e a infraestrutura pode e deve ser compartilhada, como essa tentativa que fizemos em relação aos postes”, declarou.

O compartilhamento foi incentivado pelo presidente da agência, que citou o pedido de RAN Sharing feito pela Oi, TIM e Vivo, e que será debatido no Conselho Diretor. “Temos proposta de compartilhamento das três empresas já e vamos trabalhar com isso (a regulamentação) no primeiro semestre”. Mas o executivo admitiu que o tema não agrada a todos os atores. “A indústria não gosta muito, ela quer vender mais sites, mas o máximo de compartilhamento possível é importante”.

De acordo com João Rezende, a reavaliação da regulamentação do uso de espectro deverá ter aprovação final no primeiro semestre, mesmo período quando a agência realizará a análise de impacto regulatório da reavaliação do modelo de gestão de espectro. Haverá ainda reavaliação da regulamentação sobre interconexão, que deverá ter consulta pública na primeira metade do ano que vem, e aprovação final na metade seguinte.

Também está na agenda a reavaliação dos modelos de gestão de qualidade do setor, além dos procedimentos de acompanhamento e obrigações, com análise de impacto regulatório e consulta pública para a primeira metade do ano que vem, e aprovação final no segundo semestre. O presidente da Anatel também mandou um recado: não vai ter mudança no cronograma da redução da taxa de interconexão de voz (VU-M). “Não está no horizonte da agência modificar o degrau de queda, apostamos nisso como redução”. Assistam a participação do presidente da agência reguladora no VIII Seminário TelComp.