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Para América Móvil, eficiência de redes será importante ferramenta para redução de gastos

Para América Móvil, eficiência de redes será importante ferramenta para redução de gastos

 
Grupo mexicano quer acelerar modernização e expansão da infraestrutura e transformação digital em todas as suas operações

Os investimentos na modernização da infraestrutura, já em andamento no México e em fase inicial no Brasil, fazem parte do pacote que a América Móvil tem utilizado para a diminuição dos seus gastos operacionais. “Nós temos avançado nessa estratégia de corte de gastos e despesas em todos os países e estamos indo bem. Mas todo esse esforço não é suficiente e a eficiência em nossas operações, como a transformação digital, também passou a ser um componente importante”, observou Daniel Hajj Aboumrad, diretor executivo do grupo.

Segundo Óscar von Hauske Solís, COO, a empresa trabalha para digitalizar todas as interações com o consumidor ao mesmo tempo que também investe para levar a fibra para mais perto dele “Nós estamos tentando reduzir o custo de distribuir o tráfego de dados na rede, via tecnologia fotônica”, observou, referindo-se à plataforma que une o transporte IP e óptico.

Durante conferência para analistas, os executivos confirmaram que os investimentos este ano devem ficar próximos a US$ 8 bilhões, um pouco acima de 2017 quando atingiram US$ 7,2 bilhões, Na distribuição do CAPEX, o Brasil deverá receber recursos para acelerar a modernização de sua rede e expansão da cobertura, a Argentina vai reforçar sua presença em pelo menos 1 milhão de domicílios para oferta de TV e banda larga e o mercado mexicano continuará ampliando sua infraestrutura que, no passado, recebeu próximo de 800 novos sites de telefonia móvel.

Para o Brasil, Aboumrad confirmou mais uma vez a disposição de instalar de 1500 a 2000 novos sites para aumentar a cobertura da Claro e ainda renovar cerca de 70 mil quilômetros de fibra óptica. No resultado da empresa, apesar de ter diminuído em número de assinantes, a telefonia móvel esteve entre os maiores aliados do grupo ao expandir em quase 1 milhão de novos clientes pós pago e aumentar o ARPU.

Aboumrad está otimista em relação à recuperação do mercado brasileiro “depois de uma profunda recessão”, “Nossa operação de cabo (NET) está indo muito bem, ganhamos mercado em banda larga fixa e a operação móvel tem nos ajudado muito” disse o executivo.

Ele é mais cauteloso ao falar da vertical DTH que, de acordo com o CEO, está sendo acompanhada mais de perto e tem, inclusive, nova direção. Trata-se de Agrício Silva Neto, ex-vice presidente da SKY e que assumiu o comando da Claro TV em janeiro.

Nextel vai pagar R$ 68 milhões pela migração para SMP

Nextel vai pagar R$ 68 milhões pela migração para SMP

 

A Anatel definiu nesta quinta-feira, 19/4, quanto a Nextel deverá pagar pela adaptação de suas outorgas com a extinção do Serviço Móvel Especializado e migração para o Serviço Móvel Pessoal. No final, prevaleceu a redução da conta que inicialmente era de R$ 411 milhões para R$ 68 milhões.

Como defendeu o voto de Leonardo de Morais, que propôs a revisão do valor, “a área técnica considerou pertinente revisitar e atualizar os valores e as premissas empregados no cálculo questionado pela recorrente, notadamente aquelas concernentes à demanda por acessos, à participação no mercado, às receitas, ao custo de capital e aos investimentos”.

Além disso, foi calculada a dedução correspondente aos Preços Públicos que já tinham sido pagos pelas Autorizações de Uso de Radiofrequência associadas ao SME, proporcionalmente ao período remanescente da outorga. Em 2015, a Anatel aprovou a adaptação do serviço de trunking da Nextel para o Serviço Móvel Pessoal, na faixa de 800 MHz. Mas decidiu que a migração das outorgas deveria ser paga. A conta inicial foi de R$ 411 milhões, mas a Nextel recorreu, e conseguiu baixar o valor

Teles: bloqueio após o fim da franquia não afronta o Marco Civil da Internet

Teles: bloqueio após o fim da franquia não afronta o Marco Civil da Internet

Em nota oficial divulgada nesta sexta-feira, 06/04, o SindiTelebrasil, em nome das operadoras de telecomunicações, contesta o posicionamento da PROTESTE, no qual a associação dos consumidores sustenta que as empresas de telefonia ditam as suas próprias regras com relação ao bloqueio de acesso à rede móvel após o fim da franquia.

Segundo o SindiTelebrasil, a PROTESTE ‘insiste em querer fazer prevalecer a sua interpretação equivocada sobre a legislação aplicável à Internet’. Ainda na nota oficial, a entidade afirma que ‘o bloqueio da navegação após o fim da franquia de dados não afronta o Marco Civil da Internet, e respeita a regulamentação aplicável à oferta da internet móvel”.

O sindicato que representa as operadoras de telecomunicações lembra que, há dois anos, aconteceu ‘um debate exaustivo com as autoridades, envolvendo o Ministério das Comunicações, a Anatel, e a Senacon, do Ministério da Justiça, onde ficou mantido o bloqueio pelo entendimento geral que a prática é legal”.

O SindiTelebrasil reforça ainda que as ‘prestadoras assinaram um termo de compromisso que previa uma série de ações, já colocadas em prática, para dar mais transparência aos clientes sobre os planos de serviço, lançamento de uma campanha educacional sobre a navegação na Internet e a disponibilização de ferramentas amigáveis para possibilitar aos usuários o controle do seu consumo da sua franquia”.

Brasil já contabiliza mais de 1 smartphone ativo por habitante

Brasil já contabiliza mais de 1 smartphone ativo por habitante

O Brasil superou a marca de um smartphone por habitante e conta com 220 milhões de celulares inteligentes ativos, de acordo com a 29ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), divulgada nesta quinta-feira, 19, em São Paulo.

A pesquisa, liderada pelo professor da FGV, Fernando Meirelles, indica que, até maio, o Brasil terá 306 milhões de dispositivos portáteis em uso. O número inclui smartphones, mas também notebooks e tablets, estes em queda livre na preferência do consumidor brasileiro. O levantamento mostra ainda que, até maio, o País terá 174 milhões de computadores no Brasil entre computadores de mesa, notebooks e tablets.

2017 foi um ano surpreendente para o levantamento, pontua Meirelles. Segundo ele, a expectativa- muito em função da crise econômica e política – era de uma queda nas vendas de equipamentos, mas a média ficou equivalente a 2016, com 12 milhões de PCs vendidos.

Para 2018, esse montante deve ser mantido. As vendas de desktops e notebooks registraram uma ligeira alta em relação a 2016. Em contrapartida, os tablets viraram produto de nicho e tiveram uma queda nas vendas. Embora não possa afirmar que os 220 milhões de smartphones são usados também para a Internet, o levantamento da FGV/São Paulo, apura que 70% dos dispositivos portáveis conectados à internet em uso no País são celulares inteligentes.

“Os smartphones estão determinando uma ruptura nos modelos de negócios, especialmente, entre os jovens. Os aparelhos impulsionam um novo comportamento digital e impõem transformações”, observa o responsável pela pesquisa, professor Fernando Meirelles. Em 2019, projeta o estudo, o Brasil terá 2 dispositivos por habitante, a partir do uso de computador, notebook, tablet e smartphone. Um resumo da pesquisa pode ser obtida aqui: www.fgv.br/cia/pesquisa

América Latina deverá ter testes reais de 5G ainda em 2018

América Latina deverá ter testes reais de 5G ainda em 2018

A LTE passou a ser a tecnologia celular sem fio predominante no mundo a partir do quarto trimestre de 2017, com mais de 35% de participação do mercado, oferecendo acesso sem fio 4G a serviços e aplicativos a uma grande parcela de população mundial, ,revela estudo feito pela Ovum, a pedido da 5G Americas.

O relatório mostra que a LTE registrou sua maior participação de mercado, 74%, na América do Norte, à frente de qualquer outra região; em comparação, a tecnologia conta com 56% do mercado na Oceania e Leste e Sudeste Asiático e 44% na Europa Ocidental. A LTE cresceu muito na região da América Latina e do Caribe, contabilizando 29% do mercado no final de 2017.

“A LTE é o carro chefe do setor de mobilidade sem fio, mantendo seu crescimento não somente em termos do número de conexões globais e as 500 redes comerciais já em operação, mas também por sua evolução desde as primeiras redes lançadas em 2009 até as atuais redes operando com a tecnologia LTE-Advanced Pro, que servirá como base para a 5G nos próximos anos”, disse Chris Pearson, Presidente da 5G Americas. “A LTE deve manter essa trajetória de crescimento até 2022, quando o número de conexões 5G deve começar a crescer mais”.

Hoje, a LTE está presente em 585 redes no mundo inteiro, das quais 233 operam com a tecnologia LTE-Advanced (TeleGeography-GlobalComms Database). O sucesso global da LTE criou uma plataforma para a cobertura, roaming e as bilhões de conexões LTE no mundo. Na América Latina e Caribe, o número de conexões de banda larga móvel manteve uma trajetória de crescimento rápido na América Latina, impulsionada pela demanda por conexões mais rápidas nesta região.

Como resultado, a região terminou o ano de 2017 com 18 redes LTE Avançado (LTE-A) e a implementação da primeira rede LTE-A Pro está prevista para o início de 2018. Os governos também estão tentando acelerar a adoção de serviços de banda larga móvel através da alocação de mais espectro licenciado. Em 2018, todos os países da América Latina, com a exceção de Cuba, devem ter pelo menos uma rede LTE-A.

“A 5G Americas está prevendo vários testes com a tecnologia 5G na América Latina em 2018”, salienta o Diretor da 5G Americas para a América Latina e o Caribe, José Otero. No final de 2017, a participação de mercado da LTE aumentou de 17% para 29% na comparação anual, e deve ser a tecnologia mais prevalente da América Latina até o final de 2019. A LTE registrou 2,8 bilhões de conexões globais no final de 2017, e está prevista a ultrapassar o marco de 3 bilhões em meados de 2018, chegando a 4 bilhões em 2019 e mais de 5 bilhões em 2021.

Oi corre atrás de cobertura 4G

Oi corre atrás de cobertura 4G

O Rio de Janeiro foi o estado que mais recebeu recursos da Oi em 2017: R$ 1,1 bilhão, um aumento de 17% em relação a 2016. Trata-se de um percentual de crescimento um pouco menor do que os 18,3% do país inteiro, que totalizou R$ 5,6 bilhões no período.

A companhia afirma que o Capex no estado fluminense foi destinado para implantar 94 novos sites de telefonia móvel, enquanto outros 3.299 foram ampliados ou modernizados. A Oi ainda expandiu em 13% o número de acessos para o serviço de banda larga fixa, implantando 91,5 mil novas portas. A cobertura LTE aumentou 35% no período na unidade federativa, que agora conta com a tecnologia em 35 cidades.

Minas Gerais foi a segunda maior em termos de investimento. Foram R$ 417,5 milhões, aumento de 6% comparado ao ano anterior. A empresa implantou 102 novos sites de celular, alem de expandir os acessos de banda larga fixa em 7%, com a implantação de 52,8 mil novas portas. A cobertura 4G avançou 158%, ainda de acordo com a empresa, e totaliza 75 cidades.

Em 2017, a Oi destinou R$ 273,5 milhões para o Rio Grande do Sul, o que permitiu a implantação de 121 novos sites (crescimento de 4%) e a modernização e ampliação de outros 140. A empresa expandiu em 119% os acessos para banda larga fixa com a implantação de 25,5 mil novas portas. O LTE agora chega a 48 cidades gaúchas, número 166% acima do registrado em 2016.

A Bahiarecebeu investimentos de R$ 232,1 milhões no ano passado, um avanço de 11%. Esse valor assegurou a implantação de 116 novos sites de telefonia móvel, além da modernização e ampliação de outros 1.381 sites. A empresa contabilizou ainda 11,6 mil novos acessos de banda larga fixa. A operadora não informou o crescimento da cobertura LTE no Estado, mas afirma disponibilizar a tecnologia em 98 cidades baianas.

A operadora investiu ainda R$ 151,4 milhões no Distrito Federal na ampliação e modernização de 95 sites, além de 4,6 mil novos acessos de banda larga fixa. Já em São Paulo foram R$ 130 milhões, destinados a 121 novos sites de serviço móvel, 2.690 sites ampliados ou modernizados e aumento de 35% na cobertura 4G, oferecendo o serviço em 101 cidades paulistas.

*Com informações das Oi

Rede 4G chega a 3861 municípios do Brasil

Rede 4G chega a 3861 municípios do Brasil

O Brasil ativou em fevereiro 2 milhões de novos chips de 4G. Ao todo, o País já tem 107,6 milhões de acessos 4G, segundo balanço da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). No período de 12 meses, entre fevereiro de 2017 e fevereiro deste ano, foram ativados 41 milhões de novos acessos, um crecimento de 61% no período.

As redes de quarta geração também continuam em expansão, com crescimento de 127% em 12 meses. O 4G já está em operação em 3.861 municípios, onde moram 93% da população brasileira. Essa cobertura é mais de três vezes superior à obrigação estabelecida nos leilões das licenças de serviços móveis, de 1.079 municípios.

A cobertura de 3G , por sua vez, está em 5.151 municípios, onde moram 98,9% da população brasileira. Desde fevereiro de 2017, 157 novos municípios receberam as redes de 3G. Ao todo, o número de acessos 3G chega a 79 milhões no País. A cobertura 3G ultrapassa em muito a obrigação atual, que é de 3.917 municípios.

No total, o Brasil já conta com 205 milhões de acessos à internet pela rede móvel. Considerados os acessos fixos e móveis, os dados de fevereiro mostram um total de 234 milhões de acessos no País. Destes, 29,3 milhões são em banda larga fixa, segmento que cresceu 9% em 12 meses, com 2,4 milhão de novos acessos.

Com celular, Internet chegou a 70% dos domicílios no Brasil

Com celular, Internet chegou a 70% dos domicílios no Brasil

Segundo o IBGE, a internet era acessível em 70% dos 69 milhões de domicílios brasileiros ao final de 2017. Um salto considerável de sete pontos percentuais em apenas um ano. E em grande medida graças ao crescimento do uso de telefones celulares como instrumento de acesso à rede, para 69% dos lares, além dos novos aparelhos de televisão.

Os dados da PNAD divulgados nesta quinta-feira, 26/4, mostram que a quantidade de domicílios com celulares chegou a 92,7%, sendo que o uso desses aparelhos como forma de conectividade passou de 60,3% para 69% dos lares entre 2016 e 2017. Os microcomputadores, antes forma de acesso à internet em 40,1% dos lares, caíram para 38,8%. Enquanto os tablets recuaram de 12,1% para 10,5%.

Foram superados pelos aparelhos de TV. Segundo a pesquisa, enquanto em 2016 as smart tvs eram usadas para conexão à internet em 7,7% dos domicílios do país, ao fim do ano passado elas já eram forma de acesso em 10,6% dos lares. Um movimento que segundoo IBGE está diretamente ligado ao desligamento dos sinais analógicos e a transição para a TV Digital.

“Com a mudança do sinal analógico para o digital, as pessoas trocaram a TV de tubo pelas smart tvs, e as pessoas passaram a usar mais a tv para acessar a internet, principalmente para assistir filmes, assim como o celular”, aponta a gerente da PNAD Contínua, Maria Lucia Vieira. Segundo ela, em um ano cresceu em 2,5 milhões o total de domicílios com TVs de tela fina (chegando a 57,1% do total), enquanto caiu em 2,9 milhões a quantidade daqueles com TV de tubo.

Mantendo a tendência, o crescimento de lares com celular foi acompanhado por nova queda naqueles com telefone fixo, de 34,5% para 32,1%. De acordo com o IBGE a redução se deu “em todas as regiões, com destaque para o Sudeste (de 50,0% para 47,0%)”. Já o percentual de domicílios onde havia computador, inclusive portáteis, recuou de 46,2% para 44,0%, nesse período. Todas as regiões tiveram queda nessa proporção.

TIM agora cobre todos os municípios de SP com 4G

TIM agora cobre todos os municípios de SP com 4G

A expansão do 4G continua acelerada na TIM: nesta terça-feira (3), a operadora anunciou que passou a cobrir todos os 645 municípios do estado de São Paulo com a tecnologia. A empresa já era líder na cobertura de quarta geração no país, à frente da segunda colocada, a Vivo.

Segundo a TIM, mais de 3 mil cidades brasileiras já possuem cobertura de 4G da operadora, o que representa 91% da população urbana. A promessa é chegar a 4 mil municípios com LTE até 2020, o equivalente a 96% da população urbana. As metas anteriores, de mil municípios em 2016 e 2 mil em 2017, foram cumpridas.

 

Além da cobertura de dados, a TIM revelou que mais de 1,4 mil cidades contam com voz sobre 4G (VoLTE). Ele funciona tecnicamente como uma ligação VoIP, mas a cobrança é feita como em uma ligação comum, descontando do pacote de minutos. Quando ativado, o VoLTE elimina a necessidade de a operadora derrubar sua conexão para 2G ou 3G quando você recebe uma chamada, e a qualidade de áudio é melhor.

No estado de São Paulo, mais de 80% do tráfego da TIM é feito pelas redes 4G, mas o percentual poderia ser maior se a cobertura em ambientes internos fosse melhor. Isso deverá ser resolvido com o lançamento da frequência de 700 MHz, antigamente ocupado pela TV analógica, que será liberada pela Anatel no segundo semestre de 2018.

Investimento bilionário! TIM planeja levar 4G para 96% da população dentro de dois anos

Investimento bilionário! TIM planeja levar 4G para 96% da população dentro de dois anos

A TIM Brasil revelou esta semana o seu plano para os anos de 2018 a 2020, onde revela que espera um crescimento para este ano, uma “evolução da transformação” para os próximos dois anos com ajuda da banda larga e ainda um investimento de R$ 12 bilhões até 2020.

Um dos maiores focos da tele é inaugurar a rede 4G LTE em pelo menos 4,2 mil cidades brasileiras até o fim dessa projeção: o ano de 2020. Utilizando o espectro de 700 MHz, o sinal está presente em mais de 3.000 cidades do país, e com a nova estimativa a TIM deve cobrir um total de 96% da população urbana do Brasil.

O aumento na disponibilidade da rede 4G também resultará em um aumento de receita para a operadora, que a TIM prevê ser entre 5% e 7% já em 2018.

Ainda ontem a TIM anunciou a expansão da cobertura de internet banda larga com ajuda da rede 4G, com ofertas de até 80 GB.

A tele também indica que o aumento de planos pós-pago deverá sair de 30% registrado em 2017 para 50% até o ano de 2020, a ideia é ganhar os consumidores com pacotes de dados mais abrangentes e parcerias com OTT (empresas prestadoras de serviço de streaming como Netflix, Spotify etc).

Já em relação aos planos pré-pagos a operadora planeja ofertas mais “simples e segmentadas” para cada tipo de usuário e sua necessidade. E falando dos planos controle, a TIM pretende oferecer “mais por mais”, onde você quanto mais caro o plano, mais opções, disponibilidade e diferenciais você possui.

Infelizmente o documento não revelou se a TIM planeja trazer a rede 5G ao Brasil até o ano de 2020, sendo que muitas outras companhias de telecomunicações ao redor do mundo já estão focando em lançar a evolução (e revolução), já no ano que vem, em 2019.