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Claro se prepara para entrar no sistema financeiro

A ideia é surfar na onda do open banking e do PIX, do Banco Central, e reduzir custos de intermediários
Por Luisa Purchio Atualizado em 31 jul 2020, 17h33 – Publicado em 31 jul 2020, 16h36

Na onda do open banking e do lançamento do PIX, o sistema de pagamento digital do Banco Central, diversas empresas de telecomunicações estão criando seus próprios produtos financeiros. Fontes envolvidas neste mercado comunicaram a VEJA que a Claro está se preparando para lançar em novembro ou dezembro uma nova empresa do grupo que oferecerá produtos financeiros. Hoje a Claro já oferece produtos de recarga de crédito de celular, mas a ideia é ampliar a oferta de crédito e criar um sistema de pagamento ao estilo do PicPay. “Inicialmente será para venda de produtos de telecomunicação da empresa e de parceiros, mas depois isso poderá ser aberto a outros produtos”, diz um colaborador sob condição de anonimato.

Além disso, com a própria empresa de serviços de pagamento, a Claro poderá reduzir os custos e porcentagens que são direcionados por operação aos intermediários terceirizados,

os chamados gateways de pagamento. A fintech terá como público alvo clientes da base da Claro que não conseguem ter contas em banco por não possuírem renda fixa ou comprovante de residência. Hoje, esses clientes já estão ligados à empresa por meio de linhas telefônicas e serviços de recarga de celular.

No ano passado, a Claro fez uma tentativa de desenvolver uma plataforma de empréstimos de até 10 mil reais por meio de uma parceria com o banco Inbursa S.A. O aplicativo de nome Claro SmartCred, no entanto, não teria decolado por causa de dificuldades nas regras do Banco Central.

A nova tentativa pretende surfar na Agenda BC#, que segue no caminho de digitalizar e democratizar o mercado financeiro. Esse movimento vai ao encontro da ampliação de negócios da empresa de telecomunicações Vivo, que entre os novos produtos acaba de lançar a Vivo Money. Uma parceria entre a Vivo e a Ibi Promotora de Vendas Ltda, correspondente bancária do Banco Digio S.A., o produto criado oferece empréstimos de até 30 mil reais. Em fase de implementação, a plataforma está aberta apenas para clientes cadastrados e habilitou uma lista de espera. “As oportunidades são várias, em várias vertentes da economia, tanto pessoa física quanto das pequenas e grandes empresas”, disse Christian Gebara, CEO da Vivo, em conferência digital promovida esse mês pela consultoria de negócios e TI Everis.

Claro registra receita de R$ 39,5 bilhões somente em 2020

Imagem de: Claro registra receita de R$ 39,5 bilhões somente em 2020

A Claro comunicou, na noite desta terça-feira (09), os resultados obtidos em 2020. Somente no quarto trimestre do ano, a empresa atingiu um faturamento de R$ 10,1 bilhões no quarto trimestre de 2020. No total, a receita anual foi nada menos que R$ 39,5 bilhões — o que representa um crescimento de 1,7% em relação ao ano anterior.

Apesar da pandemia, que gerou uma queda no desempenho de muitas empresas, o EBITDA da Claro (que considera o lucro antes de impostos, amortizações e depreciações) alcançou R$ 16,1 bilhões em 2020, mais 8,4% do que o registrado em 2019. Aliás, somente no último trimestre do referido ano, esse índice chegou a R$ 4,2 bilhões.

A empresa afirma que o bom desempenho está ligado ao crescimento de 29,6% na base de pós-pago em 2020, isto é, 8,2 milhões de clientes. Mas não foi apenas nessa cartela de serviços que a Claro se destacou. A venda de aparelhos cresceu, apresentando um salto de 46,5% e uma receita de R$ 488 milhões no quarto trimestre. Os resultados positivos também apareceram no serviço de interconexão, que cresceu 9,3%, gerando uma receita de R$ 120 milhões.

Controladora da Claro anuncia nova empresa

No mesmo dia em que foram divulgados os resultados acima, a América Móvel, controladora da Claro no Brasil, anunciou a criação de uma nova empresa com foco em desenvolvimento, construção e compartilhamento de torres de telecomunicação.

No mesmo dia em que foram divulgados os resultados acima, a América Móvel, controladora da Claro no Brasil, anunciou a criação de uma nova empresa com foco em desenvolvimento, construção e compartilhamento de torres de telecomunicação.

A controladora informou que o projeto já foi aprovado pelo Conselho de Administração e a mudança deve ocorrer ao longo de 2021. No entanto, ainda existem algumas pendências, como a adequação às legislações locais de cada país e obtenção do aval de acionistas. A medida, vale destacar, afetará toda a infraestrutura da América Móvel — que se entende não só pelo Brasil, mas por toda a América Latina.

COBERTURA 4G DA TIM AGORA NO CAMPO

A solução

Para suprir a falta de conectividade móvel no campo e aumentar o alcance do 4G TIM na frequência 700Mhz, criamos o projeto 4G TIM no CAMPO que disponibiliza a cobertura em regiões rurais (carentes de uma conexão móvel de banda larga) com a predominância de atividades econômicas do agronegócio.

A instalação da nossa rede 4G possibilitará o aumento da produtividade, lucratividade além de diminuir o tempo de análises estratégicas das empresas do meio agrícola que antes possuíam um déficit de cobertura. Outra dor enfrentada por essas empresas é a dificuldade de conectar seus escritórios ao campo, e de utilizar os equipamentos de última geração como colhedoras, tratores e equipamentos com alta tecnologia, mas que são carentes de uma conexão móvel de banda larga atualmente no campo.

A proposta é levar a rede LTE 4G pública em 700MHz (a mesma utilizada em todas as cidades do país) compatível com todos os devices do mercado e pronta para o conectar dispositivos de tecnologia IoT (NB-IoT) viabilizando a digitalização e oferecendo soluções inovadoras para o Agronegócio Brasileiro.

4G TIM no Campo na Mídia

Veja o que a mída tem falado sobre o 4G TIM NO CAMPO abaixo.

Jeep anuncia Renegade e Compass com conexão 4G da TIM

A Stellantis, empresa que surgiu após a fusão entre os grupos FCA e PSA, anunciou seus primeiros carros conectados: os modelos Jeep Renegade e Compass fabricados no Brasil agora possuem a plataforma Adventure Intelligence, que leva conectividade aos SUVs da marca. O sinal de internet 4G é fornecido pela TIM, e os automóveis são equipados com chip virtual eSIM.

Jeep Renegade 80 Anos tem eSIM e se conecta ao 4G da TIM (Imagem: Divulgação/Stellantis)
Jeep Renegade 80 Anos tem eSIM e se conecta ao 4G da TIM (Imagem: Divulgação/Stellantis)

A princípio, a plataforma Adventure Intelligence é item de série na linha Jeep Renegade 80 Anos, mas o sistema também fica como opcional nas versões Longitude, Limited, Moab e Trailhawk. O Novo Jeep Compass 80 anos, que entrou em pré-venda nesta segunda-feira (5), também será equipado com o módulo de conectividade.

Interior do Novo Jeep Compass, que será lançado em maio de 2021 (Imagem: Divulgação/Stellantis)
Interior do Novo Jeep Compass, que será lançado em maio de 2021 (Imagem: Divulgação/Stellantis)

Além da plataforma de conectividade, os veículos também possuem central multimídia com suporte a Apple CarPlay e Android Auto, sem a necessidade de plugar o smartphone via cabo USB.

4G da TIM dá funções inteligentes para carro conectado

A plataforma Adventure Intelligence tem alguns recursos interessantes de conectividade. Através do aplicativo My Uconnect, o proprietário do veículo consegue acionar recursos de forma remota, como travar ou destravar as portas, acender os faróis ou ligar a buzina.

Além disso, a conexão garante a atualização automática do veículo, dispensando o update presencial na concessionária. O usuário também pode localizar o carro no mapa, e a Stellantis destaca que a rastreabilidade do automóvel Jeep pode gerar economia de até 15% no preço do seguro.

Jeep Renegade 80 Anos inclui plataforma Adventure Ingelligence e suporte a CarPlay e Android Auto (Imagem: Divulgação/Stellantis)

Outros recursos de conveniência ficam disponíveis graças à conectividade, como um mapa inteligente – fornecido pela TomTom – que informa condições de trânsito e calcula a necessidade de abastecimento durante o trajeto. Serviços de socorro também estão presentes, como chamada de emergência (com notificação automática após acionamento do airbag), alerta preventivo de furto e assistência de recuperação em caso de roubo.

Um dos recursos interessantes é que é possível receber alertas no smartphone sobre a condução do veículo e definir um perímetro de deslocamento. Além do aplicativo móvel, dá pra consultar informações e ativar comandos através da assistente virtual da Amazon – uma pena é que que o carro não possui Alexa integrada, ou seja, é necessário utilizar um dispositivo compatível com a plataforma de voz.

Outro detalhe importante é que os veículos Jeep não são compatíveis com 5G. A tecnologia já está disponível no Brasil por meio de compartilhamento dinâmico de espectro, inclusive pela própria TIM; o leilão das frequências exclusivas deve ser realizado pela Anatel ainda no 1º semestre de 2021.

SUVs da Jeep terão Wi-Fi a bordo

Outro diferencial de conectividade é que os carros com Adventure Intelligence já saem de fábrica com Wi-Fi a bordo, com possibilidade de compartilhamento com até 8 dispositivos. A conexão também é fornecida pela TIM; para isso, um pacote de internet diferente do plano Adventure Intelligence deve ser contratado separadamente.

Jeep Renegade 80 Anos inclui plataforma Adventure Ingelligence (Imagem: Divulgação/Stellantis)
Jeep Renegade 80 Anos tem Wi-Fi a bordo com internet 4G da TIM (Imagem: Divulgação/Stellantis)

05/04/2021 às 18:00

Fonte Tecnoblog

Nokia, Qualcomm e UScellular batem recorde de sinal 5G sem fio

11/06/2021 às 08:00 Fonte Tecmundo

Imagem de: Nokia, Qualcomm e UScellular batem recorde de sinal 5G sem fio

A Qualcomm anunciou em seu site na terça-feira (08) a quebra de um recorde mundial: o de alcance de sinal de internet móvel 5G. A marca foi atingida nos EUA, em um projeto desenvolvido em conjunto com a Nokia e a UScellular. Na avaliação feita, o sinal alcançou mais de 10 km de distância através da tecnologia 5G de onda milimétrica de alcance estendido (mmWave), em uma rede comercial.

A realização dos testes de campo envolveu a utilização de rádios Nokia AirScale Baseband e banda mmWave de 28 GHz (n261) em uma rede comercial da operadora UScellular na cidade de Grand Island, no Nebraska. Durante as medições, foram testados diferentes locais e cenários, registrando-se distâncias, rendimento e latência.

Durante a avaliação, além de obter um alcance de aproximadamente 10 km, as companhias conseguiram obter uma média de velocidade de 1 Gbps no download e aproximadamente 57 Mbps no upload. Mesmo a uma distância superior a 11 km da antena, foi atingida uma velocidade de download de 750 Mbps.

Perspectivas para a parceria Nokia / Qualcomm / UScellular

Fonte: Getty Images

Conforme a Qualcomm, o resultado obtido abre caminho para a expansão do serviço 5G de alcance estendido, da Nokia, para áreas de difícil acesso, tanto rurais quanto suburbanas e urbanas. A utilização da tecnologia Qualcomm Fixed Wireless Access (FWA) Platform gen 1 permite que operadoras móveis, como a UScellular, solucionem a lacuna de conectividade entre essas comunidades desassistidas pela internet.

O acesso fixo sem fio (FWA) tem se revelado uma solução promissora para fornecimento de velocidades rápidas de banda larga e baixa latência, com boa relação custo-benefício, em locais remotos. O VP da UScellular, Mike Irizarry ressaltou a importância da disponibilização de um serviço sem fio rápido e confiável, que mantém os usuários conectados, “independentemente de onde morem ou trabalhem”.

Apple e Gradiente voltam ao STF em briga pela marca ‘iPhone’

11/06/2021 às 09:30 Fonte Tecmundo

Imagem de: Apple e Gradiente voltam ao STF em briga pela marca 'iPhone'

A longa batalha judicial entre Apple e IGB Eletrônica, dona da marca brasileira Gradiente, não terminou com um aperto de mãos. As duas partes disputam o direito da marca “iphone” no país e não chegaram a um acordo em um processo a respeito do registro do nome.

Segundo o Estadão, o acordo não foi atingido após 90 dias de negociação em uma divisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que cuida de mediações em casos próximos do fim. Ao todo, foram realizadas dez reuniões unilaterais e outras dez sessões por videoconferência com ambas as partes.

Segundo a ministra Ellen Gracie, que cuidou das reuniões, as negociações foram de “nível elevado” e com “cordialidade”, mas sem um consenso. Por isso, o processo agora volta para análise do relator, o ministro Dias Toffoli, e não tem uma nova data para ser resolvido por julgamento.

Longas batalhas
Segundo a Gradiente, a empresa fez o registro de marca para o “Gradiente Iphone” ainda em 2000, referindo-se a um celular com capacidades de internet. Porém, o cadastro foi realizado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) apenas em 2008 — um erro do órgão, segundo a fabricante.

No mesmo ano, a Apple começou a vender o seu smartphone no país e fez um pedido próprio de marca para o iPhone.

Embalada pela rivalidade, a Gradiente até lançou o seu próprio celular Iphone em 2013, o que só acirrou a disputa e motivou a Maçã a pedir a anulação do registro da concorrente. Com Android, o modelo foi analisado pelo TecMundo em seu lançamento.

O Iphone da Gradiente, lançado em 2013.
O Iphone da Gradiente, lançado em 2013.

O caso passou anos em diferentes esferas tribunais e chegou até ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2018, quando a Apple saiu vencedora: a fabricante nacional teve o registro inicial reconhecido, mas não conseguiu garantir a exclusividade sobre o uso. Em 2020, o caso já estava no STF após a companhia brasileira recorrer e foi direcionado para conciliação.

Celulares pós-pagos ultrapassam os pré-pagos no Brasil

04/11/2020 às 09:00 Fonte Tecmundo

Imagem de: Celulares pós-pagos ultrapassam os pré-pagos no Brasil

De acordo com relatório divulgado pela Anatel, dados referentes ao mercado de telefonia nacional revelam que, em setembro de 2020, o número de linhas pós-pagas no segmento de celulares ultrapassou o de linhas pré-pagas no Brasil. No total, 50,3% dos mais de 228 milhões de cadastros se valem do método de pagamento após o uso – algo atribuído à popularização de ofertas que contemplam pacotes especiais de WhatsApp e ligações a qualquer operadora.

Nesta categoria, são considerados também os chamados planos controle, um meio-termo do investimento entre os dois citados. De qualquer modo, tais soluções costumam oferecer benefícios aos consumidores, a exemplo de franquia de dados ampliada, descontos em aparelhos e afins. Além disso, a possibilidade de adicionar linhas dependentes e expandir o contrato para os planos familiares costuma atrair clientes.

Apesar de uma virada esperada, a novidade é surpreendente quando se considera que, em fevereiro de 2005, 80,3% das linhas móveis eram pré-pagas, cujo pico se deu em 2010, ano em que 82,6% se encaixavam na categoria. A partir de 2012, houve alta no segmento pós-pago – que, agora, se estabeleceu como o mais utilizado.

Linhas pós-pagas ultrapassam pré-pagas no Brasil.

Mudança de comportamento
Caracterizados como um movimento importante para a democratização do acesso à telefonia, planos pré-pagos foram muito populares até a disseminação de smartphones, que, contando com aplicativos diversos, incluindo os de mensagens – que exigem pacotes de dados aprimorados –, demandaram a ampliação de soluções. Sendo assim, buscando incentivar a adoção de um modelo de cobrança mais vantajoso, operadoras começaram, em 2017, a lançar planos pós-pagos cada vez mais atraentes, o que, aparentemente deu resultado.

Em relação à competição entre as empresas, a Vivo é a líder isolada, com 38,3% dos contratos. Claro (29,3%), Tim (18,9%) e Oi (11,1%) vêm logo a seguir – sendo que as duas últimas continuam com mais linhas pré-pagas. No caso da Claro, sua presença de mercado foi intensificada após a aquisição da Nextel – pois a companhia adquirida continha, em seu portfólio, 3,3 milhões de linhas, 98,3% pós-pagas.

Migração de clientes da Oi para TIM deve acontecer antes de 2023

24/02/2021 às 15:42 Fonte Tecmundo

Imagem de: Migração de clientes da Oi para TIM deve acontecer antes de 2023

A operadora TIM estabeleceu que vai integrar a base de clientes obtida a partir da concorrente Oi até o final de 2022. O processo levará todo o ano que vem e termina apenas no mês de dezembro, segundo o presidente da TIM Brasil, Pietro Labriola, durante uma conferência de apresentação de resultados.

De acordo com o site Telesíntese, a próxima etapa do processo para a TIM é preparar a rede interna para realizar a incorporação. Além disso, ainda neste ano, a companhia planeja realizar a separação da atual rede de infraestrutura de prestação de serviço ao cliente final, além de ampliar a monetização de algumas plataformas ao consumidor.

A divisão de telefonia móvel da Oi foi adquirida por um consórcio entre as concorrentes TIM, Claro e Vivo em dezembro de 2020, depois de meses de negociação. O valor foi essencial para o processo de recuperação judicial da Oi, que vendeu outros setores e agora encontra-se em uma situação financeira menos delicada. O trio dividiu a base de clientes entre si, mas a operadora italiana ficou com a maior fatia, que equivale a cerca de 14,5 milhões de pessoas.

Nova rede de fibra óptica FiBrasil é liberada pela Anatel

02/06/2021 às 21:30 Fonte Tecmundo

Imagem de: Nova rede de fibra óptica FiBrasil é liberada pela Anatel

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nessa terça-feira (1º) a venda do controle da FiBrasil pela Vivo. Com a liberação do negócio, a unidade destinada à construção de redes de fibra óptica será operada pelo fundo canadense Caisse de Dépot et Placement Du Québec (CDPQ).

A decisão do Conselho da Anatel, de aprovar a venda de 50% das ações da FiBrasil sem restrições, foi unânime. De acordo com os integrantes do colegiado, a transação não apresenta riscos em relação à concorrência, pois não promoverá alterações de participação do mercado atual.

Firmado no início de março, o acordo entre a Vivo e a CDPQ foi aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) um mês depois. Em troca da sua participação majoritária na companhia, a tele receberá a quantia de R$ 1,8 bilhão paga pela empresa canadense.

O negócio permitirá a expansão da banda larga por fibra óptica no país.
O negócio permitirá a expansão da banda larga por fibra óptica no país.

Mesmo vendendo a maior parte das ações, a Telefônica Brasil terá participação de 25% no negócio que pretende acelerar a implantação de uma malha de fibra em todo o país. Os outros 25% ficarão com a Telefónica Infra, subsidiária de infraestrutura do grupo espanhol, enquanto os 50% restantes serão da Fibre Brasil Participações, criada pela CDPQ.

Rede neutra de fibra óptica
Com a estreia da FiBrasil prevista para o segundo semestre, a Vivo pretende ampliar a cobertura de fibra óptica dos atuais 1,6 milhão de domicílios para 5,5 milhões de casas nos próximos quatro anos. O foco está nas cidades médias fora do estado de São Paulo.

Ela será a principal cliente da nova empresa, mas não a única. Como a FiBrasil terá uma rede neutra de fibra óptica, outras concorrentes poderão utilizar a infraestrutura disponível para vender seus serviços de telecomunicações.

Vale lembrar que modelos de compartilhamento de infraestrutura da tecnologia FTTH também são adotados por outras operadoras, como a TIM e a Oi.

FONTE TecMundo

Claro registra receita de R$ 39,5 bilhões somente em 2020

11/02/2021 às 15:00 Fonte Tecmundo

Imagem de: Claro registra receita de R$ 39,5 bilhões somente em 2020

A Claro comunicou, na noite desta terça-feira (09), os resultados obtidos em 2020. Somente no quarto trimestre do ano, a empresa atingiu um faturamento de R$ 10,1 bilhões no quarto trimestre de 2020. No total, a receita anual foi nada menos que R$ 39,5 bilhões — o que representa um crescimento de 1,7% em relação ao ano anterior.

Apesar da pandemia, que gerou uma queda no desempenho de muitas empresas, o EBITDA da Claro (que considera o lucro antes de impostos, amortizações e depreciações) alcançou R$ 16,1 bilhões em 2020, mais 8,4% do que o registrado em 2019. Aliás, somente no último trimestre do referido ano, esse índice chegou a R$ 4,2 bilhões.

A empresa afirma que o bom desempenho está ligado ao crescimento de 29,6% na base de pós-pago em 2020, isto é, 8,2 milhões de clientes. Mas não foi apenas nessa cartela de serviços que a Claro se destacou. A venda de aparelhos cresceu, apresentando um salto de 46,5% e uma receita de R$ 488 milhões no quarto trimestre. Os resultados positivos também apareceram no serviço de interconexão, que cresceu 9,3%, gerando uma receita de R$ 120 milhões.

Controladora da Claro anuncia nova empresa

No mesmo dia em que foram divulgados os resultados acima, a América Móvel, controladora da Claro no Brasil, anunciou a criação de uma nova empresa com foco em desenvolvimento, construção e compartilhamento de torres de telecomunicação.

A controladora informou que o projeto já foi aprovado pelo Conselho de Administração e a mudança deve ocorrer ao longo de 2021. No entanto, ainda existem algumas pendências, como a adequação às legislações locais de cada país e obtenção do aval de acionistas. A medida, vale destacar, afetará toda a infraestrutura da América Móvel — que se entende não só pelo Brasil, mas por toda a América Latina.

FONTE TECMUNDO 11/02/2021 às 15:00

Vivo produzirá energia limpa para suas operações em todo o Brasil

Fonte Tecmundo – 22/07/2020 às 08:30

Ampliando o modelo de negócio sustentável iniciado em 2018 no Estado de Minas Gerais, a Vivo anunciou hoje (21) que vai produzir a própria energia em todas as regiões do Brasil. A ideia é utilizar fontes renováveis de origem solar (61%), hídrica (30%) e de biogás (9%).

O projeto da operadora prevê a adoção do modelo de geração distribuída, com as usinas contratadas operando em 23 estados e no Distrito Federal, fornecendo energia para a companhia por até 20 anos. No total, a iniciativa será responsável por garantir pelo menos 80% do consumo da tele em baixa tensão, abastecendo mais de 28 mil unidades da empresa. A produção será distribuída entre as lojas da operadora, locais onde antenas e torres estejam instaladas, escritórios e equipamentos de telecomunicações.

As lojas da operadora poderão se beneficiar do sistema de geração de energia.
As lojas da operadora poderão se beneficiar do sistema de geração de energia.
Fonte: Vivo/Divulgação

Com o funcionamento pleno de todas as usinas, a previsão é de que sejam produzidos 670 mil MWh por ano, quantidade suficiente para abastecer uma cidade de 300 mil moradores. A medida pode gerar uma grande economia anual para a operadora, segundo o vice-presidente de finanças da Vivo, David Melcon.

Primeiras usinas já estão funcionando
A segunda fase do projeto de produção de energia própria da Vivo já tem duas usinas em funcionamento. Uma delas fica em Aripuanã (Mato Grosso), mantida em parceria com a Centrais Elétricas Salto dos Dardanelos; a operação foi iniciada em março, com capacidade de 3,5 MW produzidos em fonte hídrica. A outra está localizada em Campinas (São Paulo), funcionando desde junho em parceria com a TMW Energy e utilizando fonte solar para produzir 4,77 MW.

Há ainda a usina de Minas Gerais, a pioneira do projeto, em funcionamento desde 2018 e produzindo 22,4 MW a partir de fonte hídrica por meio de parceria com a empresa Hy Brazil.

Claro, TIM e Vivo assinam contrato de compra da Oi Móvel

Oi Móvel foi vendida para Claro, TIM e Vivo por R$ 16,5 bilhões; negócio ainda precisa de aprovação pela Anatel e Cade.

As operadoras Claro, TIM e Vivo prosseguiram com os trâmites de compra da Oi Móvel e assinaram nesta quinta-feira (28) o contrato da aquisição. O negócio de R$ 16,5 bilhões deve dividir a base de clientes, espectro e outros ativos de telefonia celular da Oi.

Oi
Oi Móvel foi vendida para Claro, TIM e Vivo (Imagem: Divulgação/Oi)

Oi Móvel foi vendida em 2020

Para a Oi prosseguir com o plano estratégico de se tornar uma companhia de fibra, a divisão móvel foi leiloada em dezembro de 2020. Na ocasião havia apenas uma proposta conjunta da Claro, TIM e Vivo. As compradoras figuravam na condição de stalking horse, tendo direito de cobrir valores maiores de outros proponentes.

Antes do leilão, outras empresas consideraram adquirir a Oi Móvel. A Highline, do fundo canadense Digital Colony, chegou a apresentar uma oferta vinculante em julho com a intenção de transformar a operadora em uma rede móvel neutra, mas não renovou a proposta.

Clientes e espectro serão divididos entre Claro, TIM e Vivo

Com um competidor a menos, as operadoras já se antecipam para conter um efeito de concentração de mercado e planejam dividir a base de clientes por regiões, de forma a agradar o Cade e a Anatel:

  • TIM deve ficar com a maior parte e arcará com R$ 7,3 bilhões, obtendo 40% dos clientes, 7,2 mil sites de acesso e 49 MHz de licenças de espectro;
  • Claro não deve levar espectro, mas ficará com a 32% da base de clientes e 4,7 mil sites de celular, com custo final de R$ 3,7 bilhões;
  • Vivo pagará R$ 5,5 bilhões para ficar com 10,5 milhões de clientes, 2,7 mil sites e 43 MHz de radiofrequências.

Fonte: Tecnoblog (29/01/2021 às 15:14)

Nokia afirma que atingiu recorde mundial de velocidades em 5G

Nokia afirma que atingiu recorde mundial de velocidades em 5G

A Nokia anunciou na última semana – mais precisamente no dia 19 de maio – que alcançou as velocidades 5G mais rápidas do mundo em sua rede Over-the-Air (OTA) em Dallas, Texas.

Para chegar a essa marca, a empresa finlandesa utilizou 800 MHz de espectro 5G de ondas milimétricas comerciais e funcionalidade de Conectividade Dupla (EN-DC). Durante o experimento, a Nokia alcançou velocidades de até 4,7 Gbps no 5G, em testes realizados em equipamentos de estações radiobase que estão sendo implantados nas principais redes comerciais das operadoras americanas. Além da velocidade, essa solução permitirá que as operadoras vendam vários serviços corporativos sensíveis à latência, como o fatiamento de rede para aplicativos de missão crítica.

Como a velocidade foi alcançada

De acordo com a Nokia, a velocidade recorde foi alcançada combinando oito canais de 100 MHz de espectro de ondas milimétricas nas bandas de 28 GHz e 39GHz, fornecendo 800 MHz de largura de banda, e 40 MHz de espectro LTE usando a funcionalidade EN-DC disponível na solução AirScale da Nokia.

O AirScale Radio Access é uma solução 5G da Nokia, de ponta a ponta, que permite às operadoras de todo o mundo, capitalizarem seus ativos de espectro 5G. Ela oferece enorme escala de capacidade, latência e conectividade, permitindo todas as tecnologias de interface aérea no mesmo equipamento de acesso a rádio.

Já o EN-DC permite que os dispositivos se conectem simultaneamente às redes 5G e LTE, transmitindo e recebendo dados em ambas as tecnologias de interface aérea. Isso significa que os aparelhos podem alcançar uma taxa de transferência (throughput) maior do que quando se conectam apenas ao 5G ou ao LTE. As velocidades foram alcançadas tanto em configurações baseadas em nuvem 5G (vRAN) quanto em configurações clássicas de banda base.

“Este é um marco importante e significativo no desenvolvimento de serviços 5G nos EUA, particularmente em um momento em que a conectividade e a capacidade são tão cruciais”, declarou Tommi Uitto, presidente de redes móveis da Nokia. “Isso demonstra a confiança que os operadores têm em nosso portfólio global de ponta a ponta e o progresso que fizemos para entregar as melhores experiências 5G possíveis aos clientes. Já fornecemos nossos rádios mmWave para todas as principais operadoras dos EUA e esperamos continuar trabalhando em estreita colaboração e avançando com elas.”

Já Stéphane Téral, analista-chefe da LightCounting Market Research afirmou: “Esta é uma conquista substancial que reflete o trabalho cuidadoso da equipe da Nokia prestando atenção nos detalhes e circunstâncias. “Em outras palavras, a agregação de 8 componentes no domínio de ondas milimétricas mostra ao mundo que há mais do que massive MIMO e RAN aberto para não apenas realmente cumprir a promessa de 5G comercial, mas também abrir o caminho para o futuro sistema Terahertz”.

Por Rui Maciel | 25 de Maio de 2020 às 13h05
Canaltech

Para América Móvil, eficiência de redes será importante ferramenta para redução de gastos

Para América Móvil, eficiência de redes será importante ferramenta para redução de gastos

 
Grupo mexicano quer acelerar modernização e expansão da infraestrutura e transformação digital em todas as suas operações

Os investimentos na modernização da infraestrutura, já em andamento no México e em fase inicial no Brasil, fazem parte do pacote que a América Móvil tem utilizado para a diminuição dos seus gastos operacionais. “Nós temos avançado nessa estratégia de corte de gastos e despesas em todos os países e estamos indo bem. Mas todo esse esforço não é suficiente e a eficiência em nossas operações, como a transformação digital, também passou a ser um componente importante”, observou Daniel Hajj Aboumrad, diretor executivo do grupo.

Segundo Óscar von Hauske Solís, COO, a empresa trabalha para digitalizar todas as interações com o consumidor ao mesmo tempo que também investe para levar a fibra para mais perto dele “Nós estamos tentando reduzir o custo de distribuir o tráfego de dados na rede, via tecnologia fotônica”, observou, referindo-se à plataforma que une o transporte IP e óptico.

Durante conferência para analistas, os executivos confirmaram que os investimentos este ano devem ficar próximos a US$ 8 bilhões, um pouco acima de 2017 quando atingiram US$ 7,2 bilhões, Na distribuição do CAPEX, o Brasil deverá receber recursos para acelerar a modernização de sua rede e expansão da cobertura, a Argentina vai reforçar sua presença em pelo menos 1 milhão de domicílios para oferta de TV e banda larga e o mercado mexicano continuará ampliando sua infraestrutura que, no passado, recebeu próximo de 800 novos sites de telefonia móvel.

Para o Brasil, Aboumrad confirmou mais uma vez a disposição de instalar de 1500 a 2000 novos sites para aumentar a cobertura da Claro e ainda renovar cerca de 70 mil quilômetros de fibra óptica. No resultado da empresa, apesar de ter diminuído em número de assinantes, a telefonia móvel esteve entre os maiores aliados do grupo ao expandir em quase 1 milhão de novos clientes pós pago e aumentar o ARPU.

Aboumrad está otimista em relação à recuperação do mercado brasileiro “depois de uma profunda recessão”, “Nossa operação de cabo (NET) está indo muito bem, ganhamos mercado em banda larga fixa e a operação móvel tem nos ajudado muito” disse o executivo.

Ele é mais cauteloso ao falar da vertical DTH que, de acordo com o CEO, está sendo acompanhada mais de perto e tem, inclusive, nova direção. Trata-se de Agrício Silva Neto, ex-vice presidente da SKY e que assumiu o comando da Claro TV em janeiro.

Nextel vai pagar R$ 68 milhões pela migração para SMP

Nextel vai pagar R$ 68 milhões pela migração para SMP

 

A Anatel definiu nesta quinta-feira, 19/4, quanto a Nextel deverá pagar pela adaptação de suas outorgas com a extinção do Serviço Móvel Especializado e migração para o Serviço Móvel Pessoal. No final, prevaleceu a redução da conta que inicialmente era de R$ 411 milhões para R$ 68 milhões.

Como defendeu o voto de Leonardo de Morais, que propôs a revisão do valor, “a área técnica considerou pertinente revisitar e atualizar os valores e as premissas empregados no cálculo questionado pela recorrente, notadamente aquelas concernentes à demanda por acessos, à participação no mercado, às receitas, ao custo de capital e aos investimentos”.

Além disso, foi calculada a dedução correspondente aos Preços Públicos que já tinham sido pagos pelas Autorizações de Uso de Radiofrequência associadas ao SME, proporcionalmente ao período remanescente da outorga. Em 2015, a Anatel aprovou a adaptação do serviço de trunking da Nextel para o Serviço Móvel Pessoal, na faixa de 800 MHz. Mas decidiu que a migração das outorgas deveria ser paga. A conta inicial foi de R$ 411 milhões, mas a Nextel recorreu, e conseguiu baixar o valor

Teles: bloqueio após o fim da franquia não afronta o Marco Civil da Internet

Teles: bloqueio após o fim da franquia não afronta o Marco Civil da Internet

Em nota oficial divulgada nesta sexta-feira, 06/04, o SindiTelebrasil, em nome das operadoras de telecomunicações, contesta o posicionamento da PROTESTE, no qual a associação dos consumidores sustenta que as empresas de telefonia ditam as suas próprias regras com relação ao bloqueio de acesso à rede móvel após o fim da franquia.

Segundo o SindiTelebrasil, a PROTESTE ‘insiste em querer fazer prevalecer a sua interpretação equivocada sobre a legislação aplicável à Internet’. Ainda na nota oficial, a entidade afirma que ‘o bloqueio da navegação após o fim da franquia de dados não afronta o Marco Civil da Internet, e respeita a regulamentação aplicável à oferta da internet móvel”.

O sindicato que representa as operadoras de telecomunicações lembra que, há dois anos, aconteceu ‘um debate exaustivo com as autoridades, envolvendo o Ministério das Comunicações, a Anatel, e a Senacon, do Ministério da Justiça, onde ficou mantido o bloqueio pelo entendimento geral que a prática é legal”.

O SindiTelebrasil reforça ainda que as ‘prestadoras assinaram um termo de compromisso que previa uma série de ações, já colocadas em prática, para dar mais transparência aos clientes sobre os planos de serviço, lançamento de uma campanha educacional sobre a navegação na Internet e a disponibilização de ferramentas amigáveis para possibilitar aos usuários o controle do seu consumo da sua franquia”.

Brasil já contabiliza mais de 1 smartphone ativo por habitante

Brasil já contabiliza mais de 1 smartphone ativo por habitante

O Brasil superou a marca de um smartphone por habitante e conta com 220 milhões de celulares inteligentes ativos, de acordo com a 29ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), divulgada nesta quinta-feira, 19, em São Paulo.

A pesquisa, liderada pelo professor da FGV, Fernando Meirelles, indica que, até maio, o Brasil terá 306 milhões de dispositivos portáteis em uso. O número inclui smartphones, mas também notebooks e tablets, estes em queda livre na preferência do consumidor brasileiro. O levantamento mostra ainda que, até maio, o País terá 174 milhões de computadores no Brasil entre computadores de mesa, notebooks e tablets.

2017 foi um ano surpreendente para o levantamento, pontua Meirelles. Segundo ele, a expectativa- muito em função da crise econômica e política – era de uma queda nas vendas de equipamentos, mas a média ficou equivalente a 2016, com 12 milhões de PCs vendidos.

Para 2018, esse montante deve ser mantido. As vendas de desktops e notebooks registraram uma ligeira alta em relação a 2016. Em contrapartida, os tablets viraram produto de nicho e tiveram uma queda nas vendas. Embora não possa afirmar que os 220 milhões de smartphones são usados também para a Internet, o levantamento da FGV/São Paulo, apura que 70% dos dispositivos portáveis conectados à internet em uso no País são celulares inteligentes.

“Os smartphones estão determinando uma ruptura nos modelos de negócios, especialmente, entre os jovens. Os aparelhos impulsionam um novo comportamento digital e impõem transformações”, observa o responsável pela pesquisa, professor Fernando Meirelles. Em 2019, projeta o estudo, o Brasil terá 2 dispositivos por habitante, a partir do uso de computador, notebook, tablet e smartphone. Um resumo da pesquisa pode ser obtida aqui: www.fgv.br/cia/pesquisa

América Latina deverá ter testes reais de 5G ainda em 2018

América Latina deverá ter testes reais de 5G ainda em 2018

A LTE passou a ser a tecnologia celular sem fio predominante no mundo a partir do quarto trimestre de 2017, com mais de 35% de participação do mercado, oferecendo acesso sem fio 4G a serviços e aplicativos a uma grande parcela de população mundial, ,revela estudo feito pela Ovum, a pedido da 5G Americas.

O relatório mostra que a LTE registrou sua maior participação de mercado, 74%, na América do Norte, à frente de qualquer outra região; em comparação, a tecnologia conta com 56% do mercado na Oceania e Leste e Sudeste Asiático e 44% na Europa Ocidental. A LTE cresceu muito na região da América Latina e do Caribe, contabilizando 29% do mercado no final de 2017.

“A LTE é o carro chefe do setor de mobilidade sem fio, mantendo seu crescimento não somente em termos do número de conexões globais e as 500 redes comerciais já em operação, mas também por sua evolução desde as primeiras redes lançadas em 2009 até as atuais redes operando com a tecnologia LTE-Advanced Pro, que servirá como base para a 5G nos próximos anos”, disse Chris Pearson, Presidente da 5G Americas. “A LTE deve manter essa trajetória de crescimento até 2022, quando o número de conexões 5G deve começar a crescer mais”.

Hoje, a LTE está presente em 585 redes no mundo inteiro, das quais 233 operam com a tecnologia LTE-Advanced (TeleGeography-GlobalComms Database). O sucesso global da LTE criou uma plataforma para a cobertura, roaming e as bilhões de conexões LTE no mundo. Na América Latina e Caribe, o número de conexões de banda larga móvel manteve uma trajetória de crescimento rápido na América Latina, impulsionada pela demanda por conexões mais rápidas nesta região.

Como resultado, a região terminou o ano de 2017 com 18 redes LTE Avançado (LTE-A) e a implementação da primeira rede LTE-A Pro está prevista para o início de 2018. Os governos também estão tentando acelerar a adoção de serviços de banda larga móvel através da alocação de mais espectro licenciado. Em 2018, todos os países da América Latina, com a exceção de Cuba, devem ter pelo menos uma rede LTE-A.

“A 5G Americas está prevendo vários testes com a tecnologia 5G na América Latina em 2018”, salienta o Diretor da 5G Americas para a América Latina e o Caribe, José Otero. No final de 2017, a participação de mercado da LTE aumentou de 17% para 29% na comparação anual, e deve ser a tecnologia mais prevalente da América Latina até o final de 2019. A LTE registrou 2,8 bilhões de conexões globais no final de 2017, e está prevista a ultrapassar o marco de 3 bilhões em meados de 2018, chegando a 4 bilhões em 2019 e mais de 5 bilhões em 2021.

Oi corre atrás de cobertura 4G

Oi corre atrás de cobertura 4G

O Rio de Janeiro foi o estado que mais recebeu recursos da Oi em 2017: R$ 1,1 bilhão, um aumento de 17% em relação a 2016. Trata-se de um percentual de crescimento um pouco menor do que os 18,3% do país inteiro, que totalizou R$ 5,6 bilhões no período.

A companhia afirma que o Capex no estado fluminense foi destinado para implantar 94 novos sites de telefonia móvel, enquanto outros 3.299 foram ampliados ou modernizados. A Oi ainda expandiu em 13% o número de acessos para o serviço de banda larga fixa, implantando 91,5 mil novas portas. A cobertura LTE aumentou 35% no período na unidade federativa, que agora conta com a tecnologia em 35 cidades.

Minas Gerais foi a segunda maior em termos de investimento. Foram R$ 417,5 milhões, aumento de 6% comparado ao ano anterior. A empresa implantou 102 novos sites de celular, alem de expandir os acessos de banda larga fixa em 7%, com a implantação de 52,8 mil novas portas. A cobertura 4G avançou 158%, ainda de acordo com a empresa, e totaliza 75 cidades.

Em 2017, a Oi destinou R$ 273,5 milhões para o Rio Grande do Sul, o que permitiu a implantação de 121 novos sites (crescimento de 4%) e a modernização e ampliação de outros 140. A empresa expandiu em 119% os acessos para banda larga fixa com a implantação de 25,5 mil novas portas. O LTE agora chega a 48 cidades gaúchas, número 166% acima do registrado em 2016.

A Bahiarecebeu investimentos de R$ 232,1 milhões no ano passado, um avanço de 11%. Esse valor assegurou a implantação de 116 novos sites de telefonia móvel, além da modernização e ampliação de outros 1.381 sites. A empresa contabilizou ainda 11,6 mil novos acessos de banda larga fixa. A operadora não informou o crescimento da cobertura LTE no Estado, mas afirma disponibilizar a tecnologia em 98 cidades baianas.

A operadora investiu ainda R$ 151,4 milhões no Distrito Federal na ampliação e modernização de 95 sites, além de 4,6 mil novos acessos de banda larga fixa. Já em São Paulo foram R$ 130 milhões, destinados a 121 novos sites de serviço móvel, 2.690 sites ampliados ou modernizados e aumento de 35% na cobertura 4G, oferecendo o serviço em 101 cidades paulistas.

*Com informações das Oi

Rede 4G chega a 3861 municípios do Brasil

Rede 4G chega a 3861 municípios do Brasil

O Brasil ativou em fevereiro 2 milhões de novos chips de 4G. Ao todo, o País já tem 107,6 milhões de acessos 4G, segundo balanço da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). No período de 12 meses, entre fevereiro de 2017 e fevereiro deste ano, foram ativados 41 milhões de novos acessos, um crecimento de 61% no período.

As redes de quarta geração também continuam em expansão, com crescimento de 127% em 12 meses. O 4G já está em operação em 3.861 municípios, onde moram 93% da população brasileira. Essa cobertura é mais de três vezes superior à obrigação estabelecida nos leilões das licenças de serviços móveis, de 1.079 municípios.

A cobertura de 3G , por sua vez, está em 5.151 municípios, onde moram 98,9% da população brasileira. Desde fevereiro de 2017, 157 novos municípios receberam as redes de 3G. Ao todo, o número de acessos 3G chega a 79 milhões no País. A cobertura 3G ultrapassa em muito a obrigação atual, que é de 3.917 municípios.

No total, o Brasil já conta com 205 milhões de acessos à internet pela rede móvel. Considerados os acessos fixos e móveis, os dados de fevereiro mostram um total de 234 milhões de acessos no País. Destes, 29,3 milhões são em banda larga fixa, segmento que cresceu 9% em 12 meses, com 2,4 milhão de novos acessos.